Postagens

Calma... escreva outro verso

Imagem
Calma car@!** As vezes é difícil olhar o relógio Sei que falho nisso Penso que fiscalizar a hora pode amenizar, O tempo até que se acabe Parece infinito   Tudo diz, calma Amigos, familiares, Deus, o universo Calma... um respiro pausado Calma... escreva outro verso Calma caralho! Grito enraivado.  A: Jonathas de Paula (31/12/2021) Música para o seu dia: Planta e Raiz

Imagem
Café Zero energia Zero esperança Mas ao seu cheiro Tudo muda Seja o café Seja a fé. A: Jonathas de Paula (31/12/2021) Música para o seu dia: Café  

Um carrasco que ensina muito

Imagem
O vazio   Nasce e me contradiz toda vez que penso Ausência do agora Meu vazio tem enorme peso Isso por inteiro me devora Ainda que efêmero Transparente como vento. Não sou seu amigo Mas ele se mantém aqui dentro O odeio, mas respeito Se traduz vazio Esse vácuo sem emoção Sem parede, teto e chão Inerte, te odeio . A: Jonathas de Paula (31/12/2021) Música para o seu dia: Cartola  

A felicidade e o Trem

Imagem
  A felicidade e o trem R ecente á este texto, li que a felicidade tem a ver com o tamanho da expectativa, se grande e alcançável, grande felicidade, mas obstante, grande frustração. Quiçá eu, desejar de menor forma e que isso amenizasse a minha frustração em algumas situações, mas não. Uma vez gerada a expectativa em mim, por mais diminuta que seja, terá o mesmo poder de gerar o seu oposto tal qual um gigante. Somos movidos por expectativas? Talvez? E quanto a satisfação, o que à influência? O que satisfaz, o faz por si, ou influenciado pela experiência de quem o tem?   Vou dissertar como li: Um prato é servido para um grupo de pessoas numa mesa, a experiência agrada quase todos, menos uma pessoa ali sentada, a mesma diz que o alimento é ruim, usa características comuns para erguer o argumento (“A textura? Ou o cheiro? Talvez o tempero?”), é bem provável que ela tenha usado essas.  Nada difere, o mesmo prato é servido para todos, o fato de o ruim existir é re...

Casa Vazia

Imagem
Era tudo um imenso vazio De quarto a quarto E de vez em quando Cruzavam fantasmas Almas da lembrança  Sorrisos e prantos O eco era alto E ecoava o que queria Era mais forte de noite Com o frio e a solidão Era um vazio e só Um nó Era uma perda a cada passo Um laço da lembrança  Canto a canto  Ausência de esperança  Era tarde  Era noite  Era dia  Nada completava  A ausência na casa vazia

Nem sempre

Imagem
Nem sempre é sobre ganhar Perder também faz parte Toda experiência conquistada Implica numa bela arte Seja um quadro no museu Ou uma foto na estante  Uma canção nunca cantada Um prêmio de hit popular  A gente ganha experiência E o importante que transcende  É jamais parar de caminhar

Erros

Imagem
Perto do despertar um monstro te abraça Ele é você e você é ele Sua consciência, sua ambição, seu pranto  Ele é frio e seu tato é áspero como uma rocha  Ainda assim, ele te aperta por puro desespero Não há fuga, fugir de si é incoerente  Tentar conviver é insolente  Solução é um paredão difícil de escalar  O corpo range, o cabo guia some Há o vazio, nele ecoa o tic tac desacelerado do relógio. Tic tac, tic....tac, tic.............tac. E o suspiro do monstro.